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Mais um livro com as indescritíveis e incansáveis obras do mestre Cartier-Bresson. Com organização de (palmas) Peter Galassi, aposto que é mais um indispensável para a nossa coleção. Dá uma olhada na notícia e nas fotos retiradas do livro:
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Não tem nada mais bonito no mundo do que uma pessoa falando sobre aquilo que ela ama. É claro que se forem pessoas bonitas, falando sobre coisas bonitas tudo melhora. E é isso que você vê nos volumes Fashion NOW da editora (maravilhosa) Taschen. Os livros são compostos por entrevistas, nas quais sempre as mesmas perguntas são feitas aos maiores nomes do mundo da moda como Alexandre Herchcovitch, Karl Lagerfeld (Chanel), Carlo Rivetti, Renzo Rosso (Diesel), Donna Karan, Marc Jacobs e inúmeros outros. O que te inspira? Quem você tem em mente enquanto pensa em suas peças? Você acredita que a moda ainda pode ter uma ambição política? e Qual foi a maior lição que você já aprendeu na vida? são alguns dos ítens questionados aos mestres e as respostas são, página após página, surpreendentes. E para alimentar não apenas nosso espírito fashion ou cult, as entrevistas são ilustradas por fotografias promocionais, de catálogo e passarela de cada uma das grifes assinadas por Ronald Stoops, Ellen Von Unwerth, David LaChapelle e etc. Duas bíblias imperdíveis para a sua coleção, juro.
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.........“A maioria dos professores tem um ou dois sermões favoritos, um cavalo que eles nunca se cansam de montar. Os meus são a necessidade de se servir à visão e a necessidade de se imbuir suas fotografias de emoção. A forma mais simples de se extrair uma resposta emocional com uma fotografia é permitir que essa fotografia reflita uma emoção existente, uma que já esteja sentida e manifestada pelas pessoas em sua imagem. Geralmente, uma fotografia de uma pessoa feliz, sorrindo ou gargalhando, reflete aquela emoção ao espectador — não há necessidade de interpretações. Mas na medida em que as emoções se tornam mais sutis, elas ficam mais difíceis de capturar e mais difíceis para o espectador interpretar.
.........Um sorriso e uma gargalhada são as pistas mais fáceis de que uma pessoa está feliz. A raiva é bastante óbvia. Assim como a surpresa. Mas, na medida em que as emoções se tornam mais sutis, emoções como tédio, aceitação, amor, tristez, antecipação — até mesmo prazer e raiva suprimida — se tornam mais difíceis de serem capturadas e ainda mais difíceis de se intuir.
.........Há diversas maneiras para um fotógrafo capturar emoção — todas são dicas as quais já estamos acostumados, pois dependemos muito da linguagem corporal em nossas relações no dia a dia. Conhecendo nossas próprias emoções tão bem como conhecendo, é mais fácil prever o caminho que elas tomam. Assim como a ação é, geralmente, melhor capturada em seu ápice, as emoções também são capturadas e comunicadas com mais clareza no momento de sua expressão máxima. Embora todas as pessoas sejam diferentes, também compartilhamos de algumas semelhanças. A gargalhada é similar, antecipe-a corretamente e você pode pegar o momento em que a cabeça é atirada para trás e os olhos atingem aquele fogo selvagem da gargalhada irrefreada. Ler os sinais que as pessoas passam deve indicar-lhe a aproximação do momento em que a emoção atinge seu ponto máximo de expressão exterior. Esteja pronto e não hesite quando ele chegar.
.........Fotografar a gargalhada é fácil. Fotografar as emoções mais vulneráveis exige sensibilidade e, algumas vezes, coragem. Não é fácil continuar fotografando quando as lágrimas estão correndo e, algumas vezes isto nem é apropriado. Honrar lágrimas e emoções de outra pessoa não significa fingir que você não está lá, significa fotografá-la. Testemunhá-la, e tornar isso um ato de amor. De um modo, é um pequeno ato de solidariedade que diz a uma pessoa, “eu me importo com isso, e se você estiver disposto a contar sua história para mim, estou disposto a contá-la para os outros.”
David duChemin, em A foto em foco, uma jornada na visão fotográfica
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Como eu sei do desapego sentimental das minhas sócias, assumi a missão de listar para os Atelliétes de plantão alguns itens para acertar a mão no Dia dos Namorados, caso o seu (ou sua) seja um Photographic Geek. Nada de cestinhas de café de manhã ou presentinhos marromeno, os possíveis presentes a seguir só vão alegrar aqueles românticos que são amantes em tempo integral de suas próprias câmeras. Presentinhos espertinhos para os apaixonados com pouca grana, com muita grana ou sem grana yes. that’s the thing, dude, mas acima de tudo com muito amor, não importando se você é de Uberlândia ou não. Anote as dicas
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Porta-Retrato O Amor está no ar
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Porta-Retrato bonitinho, com uma moldura que mais parece um negativo e traz o desenho de um casalzinho todo nhem-nhem-nhem. Moldura preta e séria deve ser pra trazer uma foto 10×15 cheia de cores, né?
Loja Imaginarium - $42.90
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A Foto em Foco, por David Duchemin
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O livro mais bonito que já li sobre fotografia. Acima de qualquer manual, Duchemin conta suas experiências como fotógrafo de viagem de uma maneira que nos motiva a pegar a câmera e sair por ai captando cores e sensibilidades. Uma maravilha e dá pra ler AQUI o capítulo de amostra no site da Editora.
Cia dos Livros - $59.93
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Câmera Holga com Flash Colorido.
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Se o seu amor gosta de fotografia, não tem nada que pode deixa-lo mais maravilhado do que ganhar uma estrelinha da fotografia lomográfica. Novinha, com flash colorido e filme 120mm. Super indico este contato de confiança do Mercado Livre. Basta fechar o seu pedido e depois sorrir nas fotos mega coloridas de uma Holga reluzente.
Mercado Livre, CarlZeiss123 - $119.99
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Camiseta / Baby-Look Rolleiflex.
Caso você seja de Uberlândia e seu fotógrafo de estimação também, acabei de salvar o seu Dia dos Namorados. Essa camiseta está disponível na Camiseteria Tee Box, nos modelos masculino e feminino e é de super qualidade e super conforto (eu agarantcho porque comprei a minha logo que a coleção saiu). E se você não é de Uberlândia, a Nat faz vendas pela Internet também, ou seja, nem precisa começar a se desesperar.
(basta mandar um email pra ela AQUI e conta que é Atelliéte, aposto que rola até um desconto.
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Tee Box - $29,00 (masculina) $39,00 (feminina) | Rua Quintino Bocaiuva, 577 - Centro / Uberlândia -MG | (34) 3219.4488
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Caneca Térmica Canon.
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Infelizmente esta já está esgotada de qualquer estoque mundial, foi uma edição especial para o Canadá e deixaria qualquer namorado Cafezeiro e Canonzeiro feliz da vida.
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Ensaio Especial para Casais Atelliê Fotografia.
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Tá na hora de eternizar essa belezura de namoro, né? Entre em contato com a gente e vamos agendar uma sessão para que vocês tenham belas fotos para os porta-retratos, que tal?
atellie@atelliefotografia.com.br - $ Preço de Banana, peça seu Orçamento
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Glass Jar Frames, via PhotoJojo
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Caso você se enquadre na categoria Amor Demais, Dinheiro de Menos bem vinda ao clube e relaxe, pois seu amorzinho não precisa ficar a ver navios… para este presente só precisamos de dedicação e reciclagem. Dica que me agrada MUITO vinda do blog Photojojo, Glass Jar Frames são Porta-Fotos que podem ser feitos de potes vazios ou garrafas, o que mais combinar com a sua criatividade, com o seu tempo ou com o seu bolso. No maior estilo Eu queria te guardar num potinho, basta selecionar a foto, o pote, recortar tudo direitinho e tcharãããm, a mesa do seu escritório estará dignamente embelezada com um sorriso enlatado. Vale também colocar um recadinho no verso da foto, pintar o vidro e o que mais a sua imaginação lhe permitir. Para conferir o tutora completo basta clicar AQUI.
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Para duvidas, informações ou mais dicas basta entrar em contato comigo em livia@atelliefotografia.com.br
Boa semana, Atelliê.
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Vou começar o post soltando o verbo: eu sou altamente recriminada pelas minhas sócias Atelliéticas devido à minha queda por fotos nude. Pronto, falei. Já contei pra vocês que acho lindo AQUI no post sobre a arte de André Brito e ainda vou ter equipamentos de iluminação apropriados e modelos bem dispostos e de mente receptiva (ao contrário das minhas parceiras que se recusam a servir de cobaia para o meu crescimento profissional, hahaha pegando pesado na chantagem.).
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Mas, hoje meu objetivo não é trazer uma reclamação e nem pedir que ninguém faça um abaixo assinado para uma sessão nude Atelliê. Hoje venho trazer um presente, pra aqueles, que como eu apreciam tanto esta arte. Vasculhando os arquivos perdidos da internet achei 200 páginas de um ebook chamado Lighting for Nude Photography e que, *infelizmente* não sei dizer de onde saiu. Não existe algo no mundo que eu odeie MAIS do que não dar os créditos certos às pessoas certas, mas como já encontrei o ebook incompleto e sem capa, não tenho nem por onde começar a procurar. (e caso alguém que fizer o download souber/conhecer/descobrir as referências, me informe, please!)
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Enfim, as fotos são um tanto antigas, mas trazem dicas bem bacana de iluminação e conceito para trabalhar com os modelos em sessões de Nu Artístico, tratando desde o ensaio sensual até o erótico. O autor aborda a fotografia corporal tanto no aspecto abstrato quanto tópicos como a fotografia de casais, ou a fotografia como elemento de fantasias sexuais. É super interessante e tem algo que, acredito, todos nós devemos concordar: Referência é referência, né não? Para os interessados, upei no 4shared pra vocês.

Download: Lighting for Nude Photography ebook.pdf
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Espero que seja útil.
Boa semana, Atelliê.
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….A luz é imprevisível. Mágica, está aqui e logo está ali. E já se foi. A cena que está viva com cor e contraste te leva a fotografá-la. Você abre a sua maleta para trocar as lentes por outras mais apropriadas, e olha novamente, já se foi tudo. As nuvens se movimentaram, e o que sobrou está pardo, sem colorido, chato e sem graça. Talvez você pudesse consertar isto com um flash. Este pequeno pacote de luz com uma bateria embutida que está naquela bolsinha onde está escrito: “Abra apenas em caso de emergência”.
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….Por muitos motivos, o flash é até um mistério maior do que a luz que você vê. Rápido como um piscar de olhos, difícil de controlar, surpreende sempre, frustrante num dia e ainda mais frustrante no outro. Você se confunde com ele, xingando cada passo incerto, tentando adivinhar o que vai acontecer em seguida, revirando os botões, as chaves, o balanço de branco, e o controle de mais e menos EV, e o flash dispara e a luz, acidentalmente, circula por todo o ambiente, rebate no teto, passa pelo espelho, volta, atinge o seu assunto e veja só — está linda.
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….Como você faz isso novamente? Você agarra o flash pelo colarinho e começa a gritar com ele. “Faça isso novamente!” É claro, ele está mudo. A luz mantém seus segredos trancados.
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….Para esta finalidade, você tem que Aceitar o flash (frequentemente aquele gorila sentado lá no canto escuro febril das nossas imaginações fotográficas coletivas) como algo reconhecível, previsível, amigável — diabos, até amável como Nigel, o gato de nove quilos da minha mulher. Eu sempre digo que você tem que pensar como a câmera, eu tento imaginar o que a câmera está vendo e como o medidor vai reagir. Fazer com que os movimentos, deslocamentos e informações da câmera sejam sentidos como memória dos músculos, intuitiva e instintiva — fácil até. Mais parecido com a respiração do que, digamos, fazer acrobacias ou dançar balé.
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….A linguagem da luz. É como escrevemos a história de nossos assuntos.
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Joe McNally em Os diários da luz Sublime.