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……Tava aqui na minha humilde área cerebral pensante pensando (né?) o que que se fala sobre fotografia para nós amantes/addicteds/fotógrafos /maniacos/etc, no Dia Mundial da Fotografia. É, porque se você não tá sabendo, sugiro que saia deste blog, analise seu calendário e volte aqui pra tentar de novo.
…….Mas enfim, e eu, que que eu falo? A gente abraça o fotógrafo ou a câmera nesse dia? Certamente que a Lívia teria graves problemas em abraçar suas câmeras, um dia não seria suficiente (vide humilde coleção ao lado). Quem sabe dar uma abraçadinha naquele seu porta retrato querido ao lado da sua cama? No seus albuns de fotos antigas? Não sei.
…….Que tal fotografar freneticamente?! Que aí quando chegar o Dia do Fotógrafo a gente tem varias coisas bonitas para se gabar há “Olha aqui carinha, bonito né, sou Fotógrafo *sorriso carismático*“.
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…….Brincadeiriiiiiinha! Post especial SIM pro dia da Fotografia, porque não sei você, mas é meu amorzinho e merece demaisão! Mas o negócio é que, é dia da Fotografia, não do TentativaFrustradaDeEscritor, então vamos fazer esse post no melhor estilo que a gente sabe né? Só que desta vez fotografando o que tá por trás do que vocês sempre veêm aqui =D
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Um dia as 3 se encontraram. E o que isso tem a ver com esse dia? Nada! Só que, seja pra guardar pedacinhos de boas memórias, seja pra criar momentos divertidos com sua câmera, seja pra trabalho, seja para a arte, KEEP SHOOTING! Feliz Dia Mundial da Fotografia! (:
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(Se você é um sujeito de tempo escasso sugiro que leia somente a linha final em vermelho deste texto. Ela resume toda a história
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Convenhamos, o processo criativo é uma caixinha de surpresas né? Foi num Sábado de nenhum trabalho que eu voltava pra casa depois do almoço pensando: “É hoje. Hora de movimentar aquele Flickr. Preciso fazer uma foto”. Se eu fosse uma personagem de desenho animado talvez anjinhos e diabinhos teriam aparecido no meu ombro, ou quem sabe uma lâmpada, mas a alternativa correta não é nenhuma das anteriores… foi a duas quadras da minha casa, quando eu acabei de engatar a 4ª marcha, perguntar pra mim mesma: “O que fazer?” e o que apareceu, pasmem, não foram diabinhos, anjinhos ou lâmpadas, foi uma árvore seca.

Carro devidamente estacionado e atravessei a rua para partir em busca dA Árvore. Ela estava lá, previamente arrancada e abandonada no terreno vago, esperando por mim (e pra continuar a metáfora dos personagens de desenho animado, acredito até que ela sorria como a Vovó Willow de Pocahontas) e esperando pelo trabalho que, ela nem imaginava, que a aguardava. Para o bem da minha convivência familiar é melhor não relembrar o fato de eu ter enchido a casa limpinha de folhas secas tentando arrastar a bendita pra dentro, mas, passada a fase Resgate da Árvore, comecei no estágio Cortar Cordões, Confeccionar Origamis, Colorir alguns deles (e saiba, colorir um origami depois de dobrado não é uma atitude inteligente) e finalmente arrumar um ‘figurino’ (estritamente improvisado, as always) para partir para o Trabalho Pesado que garantiu este resultado AQUI:
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Tudo que me resta a dizer sobre esta experiência é:
● Um cone de segurança pode ser um bom auxiliar de cenografia, bem como extintores de pó químico podem funcionar muito bem na falta de uma Máquina de Fumaça (ao contrário de farinha de trigo. Juro.). Caso a árvore seja pesada é bom que algo pese sobre o cone e um balde cheio de água e roupas que sua mãe deixou de molho pode vir a calhar… Mas aviso que isto irá conflitar com a parte do pó químico.


● Caso você não seja uma pessoa alta o bastante, um tripé é indispensável, mas se o tripé em questão for absurdamente amador a ponto de não alcançar a altura que você deseja ele pode ser cuidadosamente e confiantemente ajeitado sobre uma mesinha desmontável. Lembre-se que, se você (como eu) não contar com alguém pra pressionar o disparador ou com um controle remoto para a sua câmera, você terá que subir na mesinha ou em alguma outra superfície à altura para ativar seu timer.
● O timer neste momento será, como todo bom assistente, Preguiçoso. Ele te dará pouco tempo entre clicar, descer da mesa, correr, apanhar algum elemento do quadro fotográfico e posar.
● Falhas e/ou tombos não são aceitos neste momento, botando em risco a vida da sua câmera, dos seus joelhos e do seu cenário, portanto seja rápido, mas preciso (e para citar outra ocasião Atelliê: Seja preciso e arrojado).
● Considerações Finais: Pilhas e baterias, podem acabar; Luzinhas de natal podem queimar mãos desprotegidas; Origamis podem enroscar de maneira peculiar aos cabelos; Subir e descer infinitas vezes da mesinha pode causar lesões nas panturrilhas e, SAIBA, pó químico sufoca e faz uma bagunça danada.
● Considerações Imprescindíveis: Tudo pela Arte, é o que a gente vem dizendo.
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atellie@atelliefotografia.com.br
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__Me perdoem pelo título brega do post, mas eu não resisto quando tenho a oportunidade de mandar um “han han…entendeu o trocadilho?” - hahahaha… enfim, imaginem comigo a seguinte situação: Você tem um trabalho pra entregar no dia seguinte, mas ainda não passou as fotos pro PC, até aí tudo lindo, porque a edição das fotos nem é tão complicada assim.
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Só que quando você coloca o cartão no leitor, seu coração para por uma fração de segundo, o sangue gela… NÃO, você não viu o fantasma da Dercy, muito pior… a mensagem com aquela bolinha vermelha habitada por um X invade a tela… “Unidade Corrompida”. AAAHHHH! O desespero do momento não te permite raciocinar, e você já vai pensando no quanto está completamente ferrado, melhor dizendo… o quão corrompido ficará você (ui!) se não der um jeito de arrumar tudo! hahahaha… Eis que ocorre um pensamento, sua memória vai parar lá naquele almoço de família de 2007 quando seu primo fala que o tio do sobrinho do irmão do vizinho do namorado da cunhada do compadre do Fulano conseguiu recuperar umas fotos de um cartão formatado. Automaticamente o São Google já pula na tela e como sempre, ajudando a salvar vidas… tu acha um programinha que chama Zero Assumption Recovery 8.5. Não tem mais nada a perder, e quer com todas as suas forças zelar pela sua integridade física e moral, logo… coloca o parangolé pra funcionar… cada segundo que passa é um martírio, mas depois de umas 12 horas (sim, demora demais mesmo…) como se fosse mágica, as fotos aparecem, você até esfrega os olhinhos pra ter certeza de que é real, e digo mais…fotos de uns 3 meses atrás aparecem também. É felicidade derramando pelas beiradas… tanta, que o mínimo que se pode fazer é compartilhar esse software bacanudo no blog.
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__Se um dia você passar por um aperto parecido, já sabe pra onde correr.
PS: Dizem que também funciona para recuperar dados de pen-drives e derivados. Não testei, mas não custa tentar.
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Um Fim de Semana MARA pra vocês.
xoxo
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Hoje o Atelliê está em festa e não pense que é porque estamos alegremente comemorando nossa postagem número 280 ou porque estamos às vesperas do feriado dos Trabalhadores. #fail
Hoje a Festa é porque é LaLi-Day.
Aniversário da dona das caretas mais lesão-eterna-de-maxilar, dona dos ângulos mais peculiares e dos posts mais descontraídos. Aniversário de um dos nossos soldados, que até tentou se alistar em campos Ingleses, mas o que é do Atelliê a Rainha não toma.
Feliz Aniversário, Larissa, hoje todos os nossos flashes são pra você. ![]()
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We love you, dude. 


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Eu guardo um VHS de O Rei Leão e minha coleção de Harry Potters para passar adiante a meus filhos e netos. Melhor dizendo, os guardarei por tempo suficiente até que meus filhos cresçam o bastante pra zombar das minhas relíquias culturais e falarem que tudo é, no mínimo, brega. Os tempos mudam e a moda (e consequentemente as modinhas) vão ficando pra trás…. assim como aconteceu comigo e com a minha mãe. Eu guardo Disney e JKRowling, minha mãe guardou Pollyannas e um vestido. Um vestido lindo que provavelmente foi guardado seguindo o propósito: “Quando eu tiver uma filha….”
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Eis que a filha cresceu e como a moda que me guia é vestir jeans ao invés do vestido de mangas fofas e peito de crochê, o vestido ficou abandonado no canto do armário pendurado no cabide junto com sua bolsinha e algumas lembranças, mas pelo menos a homenagem foi feita e hoje é uma impressão 35×40 pendurada no quarto da minha mãe, com uma bela moldura. A inspiração veio das instalações artísticas de Su Blackwell da série While you were sleeping. E por favor, não tentem adivinhar quão complicado foi conseguir essa sombra intensa vindo do alto quando você não tem ninguém além de estantes, timers e caixas de som pra te auxiliar com o processo fotográfico.
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………IT’S TIME TO OOZE!
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….Ooze é um novo estilo de vida adotado pelos uberlandenses nos últimos meses. É original, viciante, psicodelicamente colorido, musicalmente apaixonante e poxa, tem sofás! Que mais eu preciso nessa vida? Chapéus! Sim, tem lá também! Com tudo isso, era impossível o Atelliê não simpatizar né?
….Hoje eu, Nika, um dos nossos soldados, fui até lá pra fazer uma sessão com o pessoal do bar, e claro que não aguentei e acabei me enfiando em uma das fotos né?! Fica com vocês um gostinho da session, e um convite a todos pra oozearem por lá!
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Rua Goias, 268. Perto do E-music, Sibipiruna e xalala
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Logo logo o Atelliê posta todas as fotos da sessão com esses caras super inovadores!