Cartier-Bresson, francês, pai do fotojornalismo. Nunca é demais citá-lo.
Eu disse Nunca, Atelliê.
Conforme-se.
“A fotografia é uma lição de amor e ódio ao mesmo tempo. É uma metralhadora, mas também é o divã do analista. Uma interrogação e uma afirmação, um sim e um não ao mesmo tempo. Mas é sobretudo um beijo muito cálido.”
“A gente olha e pensa: Quando aperto ? Agora? Agora? Agora? Entende? A emoção vai subindo e, de repente, pronto. É como um orgasmo, tem uma hora que explode. Ou temos o instante certo, ou o perdemos… e não podemos recomeçar…”
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