Filhos de fotógrafos tendem a ser expostos à loucuras e experimentos fotográficos todo o tempo e por conta disso nos deparamos, várias e várias vezes, com galerias super inovadoras nas quais os pais tem como seus modelos favoritos os próprios filhos — e é certo que com a maioria de nós não será (ou é) diferente.
Há alguns dias, vi uma matéria no G1 falando sobre uma mãe, a fotógrafa Rachel Hulin, que fez várias fotos do filho, voando! Não, ela não confiou na velocidade máxima do obturador e jogou o bebê pra cima até conseguir a foto perfeita (mesmo porque ela seria presa – com razão – ao fazer isso), a técnica é muito mais simples e manjada do que isso, ela simplesmente posiciona o tripé e tira duas fotos, uma segurando o bebê e outra do cenário, daí faz aquela fusão malandra usando o Photoshop e retira as mãos.

Falando assim, parece bem chato e comum, não é? Mude seu conceito em 3…2…1…



A fotógrafa americana Rachel Hulin decidiu registrar seu filho Henry, de 14 meses, “em pleno voo”.
Ela diz que a ideia surgiu do prazer que o bebê demonstrava ao ser suspenso no ar pelos pais desde os seis meses de idade.
Segundo Hulin, as imagens representam a ideia de que os bebês têm o seu próprio mundo, que é mais complexo do que os pais imaginam.
Hulin diz que recebeu inúmeras perguntas de pais a respeito de como conseguiu as imagens, mas explica que usa somente os recursos básicos do programa de edição de imagens Photoshop. Ela ou seu marido seguram o bebê no alto para a foto e, depois, ela retira da imagem as mãos dos adultos no computador.
A fotógrafa diz que pretende continuar registrando “os voos” de seu filho até quando for possível segurá-lo. Ela pretende transformar as fotos em um livro.
Fonte: BBC





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