Últimas Postagens

Série de fotos mostra que anorexia é muito mais do que “estar fraca”

ana7

Deu no Hypeness — A indústria da moda nos mostra quase que diariamente um mundo repleto de mulheres magérrimas, algumas delas muito abaixo do seu peso ideal, o que acaba estimulando meninas adolescentes a buscar um padrão de beleza nada saudável.

Na França, uma medida proibiu modelos muito magras de desfilarem, visando combater a anorexia. Porém, enquanto para alguns a doença já virou sinônimo de política nacional, há ainda quem acredite que a anorexia é simplesmente uma fraqueza do organismo.

ana3

A série fotográfica 32 Kg, da artista alemã, busca alertar exatamente para isso, mostrando os problemas causados pela doença. Suas fotos retratam modelos esquálidas, em que os ossos são visíveis e algumas partes do organismo permanecem envoltas em bandanas, lembrando que estes são corpos doentes. É difícil não se assustar com a ideia de que algumas pessoas tenham essa como referência de beleza. Mas engana-se quem pensa que Ivonne chamou modelos anoréxicas para criar o ensaio: embora não pareçam, todas as fotos são manipuladas digitalmente.

Mais do que chamar a atenção para o problema, a série também gerou um impacto em sites pró-anorexia (também chamados de “pró-ana”), onde muitas jovens consideraram os retratos uma verdadeira inspiração. A recepção positiva destes grupos acende o sinal vermelho e mostra que o problema é ainda pior.

Dá uma olhada nas fotos:

ana1

ana2

ana5

ana8

Deixe seu comentário

Um Comentário

  1. Antônio Fernandes

    Olá.

    Fotos interessantes e reveladoras no que tange inicialmente a análise para o conceito da anorexia, onde sobre este distúrbio entendo não ter a capacidade de julgamento, por se tratar de: “distúrbio biológico, psicológico…”.

    No tocante a arte fotográfica é excepcional, mesmo com a manipulação, impactante claro, mas arte é também isso.

    Confesso não gosto de fotos manipuladas, mas respeito o profissional que consegue revelar e transformar a imagem inicial na arte complementar.

Deixe seu comentário

Seu email não será publicado. Required fields are marked *

*